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Visitar um estádio de futebol já é uma experiência especial. Mas viver os bastidores, pisar no gramado e sentir de perto a energia de um clube histórico é outro nível. Foi exatamente isso que a gente experimentou ao fazer o Super Tour do Estádio Nilton Santos, a casa do Botafogo de Futebol e Regatas.
Escolhemos a sessão das 11h da manhã e, pra nossa surpresa, fomos os primeiros a chegar. Isso já deu aquele sentimento de exclusividade logo de cara — parecia que o estádio era só nosso por alguns minutos.
O Super Tour é uma experiência oficial criada para levar o visitante além das arquibancadas. A proposta é simples, mas muito bem executada: mostrar tudo aquilo que normalmente só jogadores, comissão técnica e profissionais do clube têm acesso em dias de jogo.
Ao longo do percurso, a gente passa por áreas estratégicas do estádio, como zona mista, sala de imprensa, vestiários e, claro, o gramado. Tudo isso acompanhado por guias que vão contextualizando cada espaço, trazendo curiosidades e reforçando a importância de cada ambiente dentro da rotina de um clube profissional.
Outro ponto importante é que o tour funciona em horários específicos e com grupos limitados. Isso garante uma experiência mais organizada e imersiva, sem aquela sensação de passeio lotado ou corrido demais. É praticamente um roteiro pensado pra você realmente absorver cada etapa.
Além disso, o acesso pode ser feito tanto por compra direta quanto por benefícios de sócio-torcedor. No nosso caso, conseguimos resgatar a experiência com pontos, o que deixou tudo ainda mais interessante. Mas mesmo para quem paga, o custo costuma ser compatível com o nível da experiência oferecida.
A primeira parada foi na área administrativa e zona mista do estádio — aquele espaço onde chegam os ônibus das delegações e onde tudo começa nos dias de jogo.
Enquanto aguardávamos o início do tour, já deu pra entrar no clima. O ambiente é totalmente caracterizado com a identidade do Botafogo: tinha lojinha oficial, itens temáticos espalhados, uma estatueta da padroeira do clube e até uma máquina de pipoca, que deixou tudo com aquele ar mais leve e familiar.
E aí veio um dos momentos mais legais pra quem está com criança: a aparição do mascote do clube. O Bira chegou interagindo com todo mundo, brincando, tirando fotos — e claro que o Nicolas se amarrou. Foi aquele tipo de começo que já ganha a família inteira.
De lá, seguimos para a sala de imprensa. É ali que rolam as coletivas, entrevistas e toda a comunicação oficial do clube.
Mas antes de qualquer explicação, fomos surpreendidos com um vídeo institucional do estádio. E não era só um vídeo qualquer — era uma imersão na história, com momentos marcantes, imagens impactantes e aquela trilha que arrepia.
Quando o vídeo terminou, aconteceu algo que não estava “programado”, mas que fez toda diferença: todo mundo começou a cantar músicas do Botafogo espontaneamente. Foi aquele momento coletivo, meio arrepio, meio conexão, que faz você entender o peso emocional de um clube como esse.
Depois disso, aproveitamos pra tirar fotos. O espaço é moderno, bem cuidado e visualmente muito bonito — perfeito pra registrar.
Seguindo o percurso, chegamos à área que conecta as salas de imprensa ao caminho de entrada para o campo. E ali, o clima muda: entra em cena a história recente do clube.
As paredes são preenchidas com fotos gigantes dos jogadores celebrando conquistas importantes, especialmente de 2024. São imagens impactantes, que passam uma sensação de vitória, superação e orgulho.
E aí veio um dos pontos altos do tour: os troféus.
A gente pôde ver de perto e tirar fotos com as taças da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. Ver aquilo ali ao vivo, tão perto, é completamente diferente de ver pela TV. Dá uma dimensão real do que aquilo representa.
Depois seguimos para o vestiário do Botafogo — um dos espaços mais esperados.
E ele não decepciona. Tudo é muito moderno, bem organizado e visualmente impressionante. Dá pra ver as áreas de recuperação, como as banheiras de massagem, além das estações onde os jogadores se preparam.
Cada lugar tem a identificação dos atletas, com fotos individuais em cada posição. É ali que eles se concentram antes de entrar em campo — e estar nesse espaço traz uma sensação bem diferente, quase como se você estivesse prestes a jogar também.
O caminho até o vestiário também é um espetáculo à parte. Um corredor todo temático, com destaque para o mosaico da Fênix e frases que marcaram a torcida em 2024, reforçando a ideia de renascimento e superação. É impossível passar por ali sem sentir o peso simbólico.
Dentro do vestiário, o clima ficou ainda mais animado quando o Bira apareceu novamente. Ele puxou cantos da torcida, animou geral e até rolou aquela clássica cena de jogar água pra cima. Foi leve, divertido e muito autêntico.
Depois de explorar o vestiário, voltamos para o ponto de acesso ao campo. E aí começa aquele momento que todo mundo espera.
Subir a escada já é uma experiência em si. Os degraus formam o escudo do Botafogo, criando um efeito visual muito bonito enquanto você sobe.
E então… o campo aparece.
A primeira visão é impactante. A arquibancada enorme, o gramado perfeitamente cuidado, tudo muito maior do que parece na TV. A sensação é difícil de descrever — é meio que voltar a ser criança por alguns minutos.
E o melhor: a gente pôde entrar no campo.
Todo o grupo se reuniu no círculo central para uma foto coletiva, e depois tivemos cerca de 20 minutos livres pra explorar. E aí foi só aproveitar.
O Nicolas virou goleiro, correu o campo inteiro, se divertiu sem parar. A gente brincou de pênalti, escanteio, caminhou por cada canto do gramado e até sentou no banco de reservas, que, diga-se de passagem, é muito confortável.
Eu aproveitei pra dar uma volta completa no campo correndo — são cerca de 320 metros — só pra sentir mesmo a dimensão do espaço.
Estar dentro do campo muda completamente a percepção que a gente tem assistindo pela TV.
O gol, por exemplo, parece enorme quando você está ali na frente. Ainda assim, dá pra entender o nível de dificuldade para um goleiro. Já o pênalti, que na TV parece distante, na vida real parece muito mais próximo.
Fica até difícil entender como jogadores profissionais conseguem errar tanto às vezes — o gol é grande, a distância nem parece tão longa assim.
Mas ao mesmo tempo, dá pra imaginar o impacto da torcida lotada, o barulho, a pressão… e aí tudo começa a fazer mais sentido.
Como era meio-dia, o sol já estava bem forte, mas isso não atrapalhou a experiência. Aproveitamos cada minuto no campo e depois descemos para encerrar o tour.
Mas a gente não parou por aí.
Do lado de fora do estádio, na parte oeste, ainda aproveitei pra subir o drone e capturar algumas imagens aéreas do entorno. E, sinceramente, fechou o passeio com chave de ouro.
Vale a pena fazer o Super Tour?
Sem rodeio: vale muito.
É uma experiência completa, que mistura história, emoção, diversão e aquela sensação única de viver o futebol de dentro pra fora.
Pra quem é torcedor do Botafogo, é praticamente obrigatório. Mas mesmo quem não é vai sair impressionado com a estrutura, a organização e o nível da experiência.
E pra quem cria conteúdo — principalmente de viagem ou lifestyle — é um prato cheio. Cada etapa do tour rende registros incríveis e histórias que conectam.
O Super Tour no Estádio Nilton Santos não é só uma visita guiada. É uma imersão no universo do Botafogo de Futebol e Regatas, onde cada espaço conta uma história e cada momento vira memória.
A gente saiu de lá com a sensação de ter vivido algo diferente — não só visto, mas sentido.
E isso, no fim das contas, é o que faz qualquer experiência realmente valer a pena.
Confira o vídeo:
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