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Atualizado em outubro de 2026: conferimos o ingresso de 2026 e incluímos a situação da passarela da Garganta del Diablo, desmontada desde 3 de agosto.
Resposta rápida: o Parque Nacional Iguazú é o lado argentino das Cataratas do Iguaçu, na província de Misiones, e pede um dia inteiro de visita. A entrada custa P$ 60.000 (cerca de R$ 240) para estrangeiros, brasileiros incluídos, desde 1º de junho de 2026. A passarela da Garganta del Diablo está desmontada desde 3 de agosto, com reabertura prevista para dezembro.
Parque Nacional Iguazú, na Argentina, é a parte das Cataratas do Iguaçu dentro do país dos hermanos. Ele impressiona pela quantidade de mirantes com vistas para paisagens impressionantes, inclusive para áreas brasileiras.
Ele está localizado na região da tríplice fronteira Brasil, Argentina e Paraguai.
Em 1984, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
Em 2011, as Cataratas del Iguazú foram selecionadas como a mais nova Maravilha Natural do Mundo. Em 2013, o parque foi reconhecido como Valor Universal Excepcional pela UNESCO. E não é à toa.
São trilhas, aventuras em barco, trem e muitos mais.
Vamos apresentar dicas para você aproveitar o melhor do Parque Nacional Iguazú. Confira!
→ Comece assistindo a este vídeo:
Por que visitar Foz do Iguaçu?
Localizada no extremo oeste do Paraná, na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, Foz do Iguaçu é conhecida mundialmente pelas Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo, que atrai milhões de turistas anualmente. Além das quedas, a cidade tem a Usina de Itaipu, o Parque das Aves e o Marco das Três Fronteiras.
As Cataratas estão divididas entre o Brasil e a Argentina, e a visita pode ser feita de ambos os lados, e são trilhas que oferecem diferentes perspectivas das quedas d’água.
E para quem deseja mais aventura, tem também o Macuco Safari, um passeio de barco que leva os turistas próximos às quedas das Cataratas, e dá uma dose de adrenalina.
O que Foz do Iguaçu tem além das Cataratas?
Além das Cataratas, Foz do Iguaçu oferece outros atrativos turísticos importantes.
A Usina Hidrelétrica de Itaipu, uma das maiores do mundo em capacidade de geração de energia, é um dos pontos mais visitados. Por lá, é possível fazer passeios que incluem o tour panorâmico, com vistas impressionantes da barragem, e também conhecer o Refúgio Biológico, que destaca a fauna e flora locais.
Outro ponto de interesse é o Parque das Aves, uma das maiores reservas de aves da América Latina, com espécies da Mata Atlântica em risco de extinção. Ali, os visitantes têm uma experiência imersiva, com trilhas que permitem o contato próximo com as aves e outros animais.
Para quem busca diversidade cultural, Foz do Iguaçu tem a Mesquita Omar Ibn Al-Khattab, que oferece visitas guiadas. Ademais, há também o Templo Budista Chen Tien, um espaço de tranquilidade e contemplação, com suas estátuas e jardins.
O Marco das Três Fronteiras é outro atrativo popular.
Localizado onde os rios Paraná e Iguaçu se encontram, o Marco das Três Fronteiras sinaliza o ponto de encontro entre Brasil, Argentina e Paraguai. É um local que oferece uma vista panorâmica única e eventos culturais.
Vale destacar também que Foz do Iguaçu é uma porta de entrada para compras em Ciudad del Este, no Paraguai, famoso por seus centros comerciais.
O que são as Cataratas del Iguazú, as cataratas argentinas?
As Cataratas del Iguazú, localizadas no lado argentino, formam um dos cenários naturais mais impressionantes da América do Sul. Inseridas no Parque Nacional Iguazú, são compostas por cerca de 275 quedas d’água que se estendem por quase três quilômetros. Ao todo, o conjunto reúne 275 saltos de água, vistos do lado argentino por circuitos e passarelas.
Um grande destaque do parque é a Garganta del Diablo, a maior das quedas.
Nela, a água despenca de uma altura impressionante, gerando uma névoa densa e arcos-íris frequentes. A força das águas e o impacto visual proporcionam uma experiência intensa.
As passarelas permitem uma proximidade grande com as quedas, oferecendo vistas de diferentes ângulos e sensações.
Também a exuberância da vegetação subtropical ao redor das cataratas é impactante, com árvores altas, bromélias e orquídeas. A fauna é rica, com aves como tucanos e animais típicos da região, como quatis e macacos, que podem ser vistos ao longo das trilhas.
Esse ambiente verde complementa a paisagem, oferecendo um contraste com as águas que caem vigorosamente.
Mirantes estrategicamente posicionados proporcionam vistas panorâmicas, permitindo que o visitante aprecie desde as pequenas quedas até as maiores e mais volumosas. Em síntese, a experiência sensorial é marcante, com o som ensurdecedor das águas e a força do vento gerado pelas quedas.
O que é o Parque Nacional Iguazú?
Situado na província de Misiones, na Argentina, o Parque Nacional Iguazú é uma das mais importantes áreas de conservação da América do Sul. Ele foi criado em 1934 com o objetivo de proteger a rica biodiversidade da região e as impressionantes Cataratas del Iguazú.
Com uma extensão de mais de 67 mil hectares, o parque é uma mistura de paisagens exuberantes e vida selvagem diversificada, além de abrigar uma das maiores maravilhas naturais do mundo.
É dominado por uma floresta subtropical densa, onde a umidade e o calor proporcionam as condições ideais para uma rica variedade de plantas e animais.
Árvores altas, bromélias, orquídeas e samambaias compõem a vegetação, que dá ao parque uma aparência selvagem e inexplorada.
A fauna é igualmente variada, com a presença de aves exóticas como tucanos, papagaios e araras, além de mamíferos como quatis, macacos-prego e onças-pintadas.
Essa combinação de flora e fauna faz do Parque Nacional Iguazú um verdadeiro santuário ecológico.
O rio Iguazú, que significa “água grande”, tem uma largura de até 1.500 metros e deságua no rio Paraná. E o turismo de natureza é muito importante para a região, que se destaca principalmente pelas dezenas de quedas d’água de alturas impressionantes.
Também é interessante saber que o Parque Iguazú é adaptado para atender a turistas com deficiência física e para carrinhos de bebê.
As três trilhas mais visitadas do parque somam 6 km de comprimento. As passarelas cruzam rios e cachoeiras, encantando a todos.
Há banheiros, lanchonetes e restaurantes próximos de estruturas das partes inferior e superior do parque. As empanadas são muito indicadas para quem quer conhecer um pouco dos lanches argentinos.
Essa região tem 275 saltos de água, localizados a 17 km do deságue do Rio Iguazú no Rio Paraná, onde se encontram as fronteiras de Argentina, Brasil e Paraguai. Ali próximo estão as cidades Puerto Iguazú, na Argentina, e Foz do Iguaçu, no Brasil.
Como chegar ao Parque Nacional Iguazú?
O Parque Nacional Iguazú protege 67.720 hectares no extremo norte da província de Misiones. De Foz do Iguaçu, a opção sem carro é pegar um ônibus até o terminal de Puerto Iguazú e, de lá, outro ônibus até o parque, que sai a cada 15 minutos e leva cerca de 20 minutos. O aeroporto fica a 7 km das cataratas.
O Aeroporto Internacional Cataratas fica a 7 km das cataratas e 20 km da cidade de Puerto Iguazú. Para quem vai de carro saindo do Brasil, confira o valor do seguro para entrar na Argentina e esteja preparado para cobranças de taxas municipais no trajeto.
Para quem vai de ônibus, há linhas saindo de Foz do Iguaçu, no Brasil, até o centro de Puerto Iguazú, na Argentina. O Terminal de Ônibus de Puerto Iguazú fica no centro da cidade argentina, com fácil acesso para a ponte que cruza para o Brasil e para as cataratas. A cada 15 minutos saem linhas do centro, passando pelo terminal, para as cataratas, em trajeto que dura em média 20 minutos. Para o retorno há venda de passagens, próximo da entrada do parque.
Também próximo da entrada do parque, saem transportes para estações e pontos de parada com vistas para as cataratas. Uma opção interessante é o trenzinho que passa algumas vezes ao dia e vai nos colocando no ritmo desse paraíso até os principais pontos turísticos.
Qual a melhor época para visitar o Parque Nacional Iguazú?
Entre os meses de abril e agosto, o clima é mais ameno, com temperaturas agradáveis e menos chuvas, tornando essa época ideal para quem prefere explorar as trilhas com mais conforto. Para ver as quedas com mais água, vá de setembro a março, quando chove mais e as temperaturas são mais elevadas.
Esse período também é caracterizado por uma quantidade moderada de turistas, o que garante uma visita mais tranquila e com melhor visibilidade das quedas.
Além disso, a infraestrutura do parque está em pleno funcionamento, já que essa é considerada alta temporada, oferecendo uma experiência completa.
Por outro lado, para quem deseja ver as Cataratas del Iguazú em sua máxima potência, os meses de setembro a março, que compreendem a temporada de chuvas, são recomendados.
Durante esse período, o volume de água aumenta consideravelmente, oferecendo um espetáculo mais impressionante das quedas d’água. Contudo, é importante considerar que as chuvas podem afetar o acesso a algumas áreas do parque, e as temperaturas são mais elevadas.
A passarela da Garganta del Diablo está aberta em 2026?
Não. A passarela e o mirante da Garganta del Diablo foram desmontados de forma preventiva em 3 de agosto de 2026, por causa da previsão de cheias associadas ao El Niño, e a reabertura está prevista para dezembro. Os circuitos Superior e Inferior seguem abertos. Confira a situação no site do parque antes de ir.
Em outubro de 2023, uma cheia levou parte da estrutura e a passarela ficou cerca de oito meses fora de serviço. Desta vez, a concessionária Iguazú Argentina preferiu desmontar antes, segundo a imprensa de Misiones. Como a data de reabertura depende do nível do rio, ela pode mudar.
Quanto custa a entrada no Parque Nacional Iguazú?
Desde 1º de junho de 2026, a entrada do Parque Nacional Iguazú custa P$ 60.000 para estrangeiros, incluindo brasileiros, o que dá cerca de R$ 240 pela cotação de fronteira. Quem volta no dia seguinte, com a entrada revalidada, paga 50% a menos. Leve documento de identidade válido e confira o valor no site oficial antes de comprar.
Como a Argentina vive um momento de forte instabilidade econômica, os preços de entrada mudam com bastante frequência, e o valor em reais varia com o câmbio. Para comparar com o lado brasileiro e ver os outros atrativos da cidade, veja Os 28 melhores atrativos de Foz do Iguaçu.
Por isso, é recomendável fazer a consulta no site oficial do Parque Nacional Iguazú.
Quanto tempo é necessário para conhecer o Parque Nacional Iguazú?
Para conhecer o Parque Nacional Iguazú, o ideal é reservar um dia inteiro. Em média, os visitantes gastam de seis a oito horas nas trilhas e nos mirantes, e quem quiser incluir a Gran Aventura ou explorar com mais calma a fauna e a flora deve considerar dois dias de visita. Para encaixar o lado argentino num roteiro, veja os roteiros de Foz do Iguaçu de 3 a 7 dias.
O parque argentino possui várias trilhas e circuitos que demandam tempo, como o Circuito Superior, o Circuito Inferior e a famosa Garganta del Diablo.
Em média, os visitantes gastam de seis a oito horas para explorar bem as trilhas e apreciar as diferentes vistas das quedas. Esse tempo inclui pausas para fotos e contemplação, especialmente em áreas como a Garganta del Diablo, onde muitos passam um bom tempo admirando a força da natureza.
No entanto, caso você deseje incluir atividades adicionais, como o passeio de barco “Gran Aventura” ou explorar com mais calma a fauna e flora da região, é recomendável considerar dois dias de visita.
Preciso de visto para cruzar a fronteira entre Brasil e Argentina?
Brasileiros não precisam de visto para cruzar a fronteira entre Brasil e Argentina para viagens a turismo de até 90 dias. Isso é possível graças ao acordo entre os países do Mercosul, que facilita a circulação de cidadãos.
Para entrar no país vizinho, basta apresentar um documento de identificação válido, como o RG ou o passaporte, sendo que o RG deve estar em bom estado e com menos de 10 anos de emissão.
Quais são os horários de funcionamento do Parque Nacional Iguazú?
O Parque Nacional Iguazú funciona todos os dias, das 8h às 18h, com o último horário de entrada permitido às 16h30. Chegue cedo, porque as atividades demandam tempo, e o último trem em direção à Garganta del Diablo costuma sair às 15h30, segundo guias de 2026.
Recomenda-se chegar cedo para aproveitar ao máximo as atrações e as trilhas disponíveis no parque, já que ele oferece várias atividades que podem demandar mais tempo de visita.
Há restaurantes e serviços dentro do Parque Nacional Iguazú?
Sim. O Restaurante La Selva, entre o Portal de Acesso e a Estação Central, serve buffet para até 350 pessoas, e há lanchonetes e lojas de artesanato ao longo do parque. As empanadas são a pedida para quem quer provar um lanche argentino.
O Restaurante La Selva é uma das principais opções de alimentação, localizado entre o Portal de Acesso e a Estação Central. Ele oferece um buffet com pratos quentes, frios e opções de frutas, além de capacidade para 350 pessoas.
O parque também tem lanchonetes e espaços para compras de artigos regionais e artesanatos, para quem passa o dia explorando as cataratas.
É possível visitar as Cataratas del Iguazú com crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida?
Sim, é possível visitar as Cataratas del Iguazú com crianças e idosos. O parque oferece várias trilhas acessíveis, como o Circuito Superior e a trilha para a Garganta do Diabo, que possuem passarelas planas e sem escadas, permitindo uma visita confortável para todos.
O Trem Ecológico da Selva também facilita o transporte entre as principais atrações, o que é ideal para quem tem mobilidade reduzida ou está viajando com crianças pequenas.
Além disso, há infraestrutura completa com banheiros e lanchonetes ao longo do parque, tornando a visita mais conveniente.
Atenção: é importante escolher as trilhas de acordo com a capacidade física dos visitantes, já que algumas trilhas podem ser mais longas e exigentes, mas há sempre a opção de adaptar o percurso conforme necessário.
É possível se hospedar no Parque Nacional Iguazú?
Sim. Dentro do parque fica o Gran Meliá Iguazú, hotel cinco estrelas com vista das cataratas, piscinas, spa, restaurantes e acesso direto às principais trilhas. A hospedagem permite aproveitar as cataratas com mais calma e voltar ao hotel para descansar entre as visitas.
Localizado estrategicamente dentro do parque, o hotel oferece vistas incríveis das cataratas, além de uma estrutura de cinco estrelas com piscinas, spa, restaurantes e acesso direto às principais trilhas do parque.
A hospedagem no Gran Meliá permite aos visitantes aproveitar as cataratas com mais tranquilidade, retornando ao hotel para descansar e desfrutar das comodidades entre as visitas.
Como é o mapa do Parque Nacional Iguazú?
O mapa abaixo ajuda a se orientar entre o Portal de Acesso, as estações do Trem da Selva e os circuitos Superior e Inferior. Em 2026, a passarela da Garganta del Diablo está desmontada e não aparece como opção de visita.
Quais são os principais passeios e atrações dentro do parque?
Os principais passeios do Parque Nacional Iguazú são os circuitos Superior e Inferior, o Trem da Selva, a passarela da Garganta del Diablo (desmontada em 2026), a travessia para a Ilha San Martín e os passeios de barco, como a Aventura Náutica e a Gran Aventura. O Caminho Macuco leva ao Salto Arrechea.
O que é o Centro de Interpretación?
É também conhecido como Centro de Visitantes e pelo seu nome “Yvyrá Retá”, que significa “o país das árvores”.
Está localizado a 50 m da entrada do parque e tem uma sala de recepção, duas outras salas, um auditório e banheiros.
Nessas salas informam sobre a biodiversidade e nossas relações com a natureza, com apresentação e vídeo que duram no total 20 minutos, afinal muitos estão ansiosos para chegar nas cataratas e nos outros atrativos do parque. Estagiários guiam os visitantes dando informações em espanhol.
Como é o Circuito Inferior?
O circuito inferior é uma trilha de 1.700 metros de comprimento que leva principalmente por passarelas entre a mata com pontos de vistas para algumas quedas d’água, até chegar na base de um salto.
Inicia na Praça Duas Irmãs. Ao longo do trajeto podemos chegar próximo da parte superior das quedas Duas Irmãs, Chico e Ramirez.
O final do primeiro trecho é marcado pela impressionante muralha com grande volume de água descendo no salto Bosseti, principalmente em períodos de chuvas na região.
Se continuarmos andando do salto Bosseti, pelo acesso saindo da trilha principal do circuito, chegamos em 20 minutos no píer de onde sai um barco para a ilha San Martín e para perto das quedas no rio Iguazú.
Para quem pretende continuar caminhando pelo circuito, deve seguir acompanhando a margem argentina com vista privilegiada para penhascos e praias da Isla San Martín.
Para finalizar esse circuito com chave de ouro, um mirante permite vista para o braço de rio que segue para a Garganta do Diabo. Até esse ponto há infraestrutura que permite acessibilidade.
O último trecho do circuito inferior é o de retorno para a Praça Duas Irmãs. A dificuldade desse caminho aumenta principalmente por possuir escadas.
Seguindo por esse último trecho chegamos na beira do rio Iguazú abaixo das quedas. Dali podemos aproveitar a paisagem das quedas rochosas dos Saltos Alvar Núñes, Elenita e Lanusse.
Como é o Circuito Superior?
Na parte superior a trilha inicia a 200 metros da Estação Cataratas do Trem Ecológico da Selva, onde há banheiros. São 1.750 metros de caminhada com duração média de duas horas, em caminho considerado fácil.
As passarelas seguem por cima das quedas d’água, com distância segura e pontos de vista emocionantes. Há locais de descanso e relaxamento.
Ao longo do circuito superior podemos ver os Saltos Chico, Ramirez, Bosseti, Adão e Eva e Bernabé Mendez, até parar próximo do Salto Mbiguá.
A seguir, cruzamos a parte superior do rio Iguazú e chegamos na borda do Salto San Martín, o segundo mais procurado por turistas.
Da borda do Salto San Martín temos a vista mais panorâmica do parque, desde a ilha San Martín, a passarela que leva para a Garanta do Diabo, os balcões dos circuitos superior e inferior, o Hotel Sheraton no parque, a Torre Tanque, que parece um farol, as áreas brasileiras, como o Hotel Cataratas no Parque Nacional do Iguaçu (Foz do Iguaçu) e o Espaço Naipi de observação de queda d’água.
O circuito superior se encerra após a passarela de 700 metros que passa por pequenas ilhas da parte superior do rio Iguazú, a poucos metros acima das árvores, que termina próximo da Estação Cataratas.
Como é o Caminho Verde?
O Caminho Verde tem 650 metros de extensão e é plano, considerado fácil, com duração média de meia hora. Conecta o início dos circuitos com o centro de visitantes e outras edificações do parque, cruzando a linha do trem na Estação Cataratas.
Tem banheiros nas estações de início e final do trajeto.
Como funciona o Trem da Selva?
O Trem da Selva é um passeio acessível para todos os turistas. Comporta 250 passageiros e é aberto, permitindo a relação dos visitantes com as sensações de estar na natureza equilibrada.
É movido a Gás de Petróleo Líquido (GPL), causando menos impactos que outras fontes de energia, menos barulho e segue até por 18 km/h.
Sai da Estação Central em média a cada 15 minutos, dependendo da demanda. Faz uma parada na Estação Cataratas, de onde podemos seguir para os circuitos inferior e superior e para a travessia da ilha San Martín.
O final da visita de trem no Parque Iguazú é na Estação Garganta do Diabo, onde podemos atravessar o rio Iguazú Superior e chegar em um ponto ideal para admirar a paisagem e a força da natureza no principal ponto turístico da região.
Como é a trilha da Garganta del Diablo?
Atenção: em 2026 a passarela está desmontada e o mirante da Garganta del Diablo está fechado, com reabertura prevista para dezembro. Veja a situação atual na seção sobre a passarela, mais acima.
São 1100 metros de caminhada desde a Estação Garganta do Diablo com acessibilidade que levam para o principal ponto turístico do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.
Esse também é o destaque do Parque Nacional do Iguaçú, no Brasil, principalmente pela altura e pelo volume da queda d’água do Salto Garganta del Diablo.
Demora-se em média 1 hora nesse trajeto de ida. Há um bar a 20 metros da passarela para o último mirante.
A passarela final tem 1 km, é plana e permite acessibilidade. Em períodos de aumento extraordinário do nível da água do rio Iguazú, as passarelas são dobradas para evitar danos.
Em períodos que o rio está baixo, levantam os parapeitos e permitem que visitantes cheguem na varanda da Garganta del Diablo.
Podemos chegar a poucos metros da queda d’água, que parece mais um funil que irá engolir a todos e a tudo. A paisagem ainda complementa com ilhas com muitas árvores e refúgios de gralhas azuis.
A vista pelo lado argentino da catarata Garganta do Diablo (em espanhol “Garganta del Diablo”) tem ângulo diferente da paisagem que vemos do Brasil. No ponto final a vista do paredão de 80 metros na divisa entre Argentina e Brasil.
Em períodos de lua cheia com tempo bom são realizados passeios noturnos inesquecíveis para a Garganta del Diablo, podendo incluir um jantar especial.
Como são o Passeio Ecológico, a Aventura Náutica e a Gran Aventura?
Os passeios pelo rio Iguaçu levam próximo de quedas que admiramos de diversos mirantes do Parque Iguazú.
O Passeio Ecológico é feito em botes infláveis que seguem por 2,5 km pela parte superior do rio Iguazú. A biodiversidade encanta, jacarés e tartarugas costumam aparecer. Um guia segue remando e dando informações da região. É cobrado em pesos argentinos.
A Aventura Náutica é feita em lanchas que saem do circuito inferior, contornam a Ilha San Martín e param para o banho no Salto Três Mosqueteiros, o mesmo visitado pelos turistas que estão no Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil. O diferencial desse passeio é a vista para a Garganta del Diablo. É cobrado em pesos argentinos, então verifique o valor atualizado no site do parque.
A Gran Aventura inicia com um passeio de jipe por uma trilha na mata. Depois segue em as lanchas que vão até um ponto seguro perto da Garganta do Diabo e chegam bem próximas do Salto San Martín. Fazem paradas para tomar banhos com quedas d’água fortes. No retorno, podemos desembarcar no circuito inferior e seguir pela trilha para a entrada do parque ou outros atrativos. É cobrado em pesos argentinos, então verifique o valor atualizado no site do parque.
Como é a travessia para a Ilha San Martín?
O passeio de barco para a ilha San Martín inicia no circuito inferior e não há cobrança adicional para esse transporte. Funciona até as 15:00 h e pode ser cancelado de acordo com o nível do rio.
A travessia dura somente 5 minutos e leva para uma praia que dá as boas vindas com vistas incríveis para as cataratas.
O caminho segue em subidas e aproximadamente 200 degraus que são passados em 1 hora em média.
São diversos mirantes na Isla San Martín, sendo o San Martín o mais impressionante. Além das quedas, as cores se misturam trazendo a paz da natureza. O verde das plantas se somam ao branco das quedas, ao céu azul e às cores do arco íris.
Vale fazer o Caminho Macuco até o Salto Arrechea?
Os trilheiros mais dispostos têm uma opção de trilha por 7 km (ida e volta) até a cachoeira e o poço do córrego Arrechea.
Demora-se em média 3 horas nesse passeio completo. Há banheiros e bar somente no início, próximos da Estação Central do trem ecológico. Funciona de 8:00 h às 15:00 h, para concluir o passeio ainda com luz natural.
Esse caminho recebeu o nome de uma ave da família das perdizes sul-americanas, que tem cor parda e parece uma galinha maior.
A mata fechada nos faz prestar atenção em nossos sentidos e no caminho, perceber a diversidade de cores de insetos, pegadas de animais e mais. Há seis estações com informações sobre a biodiversidade local.
Às vezes grupos de macacos caí dão a graça de suas presenças, chegando próximo de nós com muita curiosidade.
Lembre que não devemos alimentar os animais e evite se aproximar muito para garantir sua segurança e a conservação dessa espécie e da natureza local.
O final deste passeio se dá na borda do desfiladeiro do rio Iguazú próximo do córrego Arrechea, onde há uma incrível queda d’água de 20 metros de altura.
Como foi a nossa visita ao Parque Nacional Iguazú?
Embarcamos em uma jornada para explorar uma das maravilhas naturais mais espetaculares do mundo: as Cataratas del Iguazú, localizadas no Parque Nacional Iguazú, na Argentina. Acordamos cedo, às 6h30, com a expectativa e a excitação já tomando conta de nós. Após um café da manhã rápido no hotel, saímos um pouco antes das 8h, prontos para enfrentar um dia cheio de aventuras.
Como fomos de Foz do Iguaçu até o parque?
Nosso primeiro destino foi o Terminal de Transporte Urbano, que ficava a uma caminhada de cerca de 12 minutos do hotel. Apesar da curta distância, o frescor da manhã e a perspectiva do que estava por vir tornaram o percurso especial. Ao chegarmos ao terminal, fomos direcionados ao ponto de ônibus internacional, localizado na rua logo atrás do terminal. Depois de quase uma hora de espera, o ônibus da empresa Cruzero del Norte finalmente chegou, e embarcamos rumo a Puerto Iguazú, na Argentina.
A viagem até a aduana, a fronteira entre o Brasil e a Argentina, durou cerca de 25 minutos. O processo de imigração foi rápido, permitindo que continuássemos nossa jornada sem muitos contratempos. Ao chegarmos em Puerto Iguazú, fomos aconselhados a seguir até o terminal rodoviário local devido a uma manifestação que bloqueava parcialmente a estrada que leva ao parque. Com o apoio da empresa de transporte Rio Uruguay, que nos assegurou que a rota até o parque estava transitável, compramos nossas passagens e seguimos viagem.
Após alguns percalços no caminho devido à manifestação, chegamos ao Parque Nacional Iguazú por volta das 10h30. Esse parque, reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO, é um dos mais importantes da Argentina e tem as icônicas Cataratas del Iguazú, que são formadas por 275 quedas d’água ao longo de quase 3 km do rio Iguaçu. Como já havíamos comprado os ingressos online, evitamos filas e entramos direto no parque, ansiosos para iniciar nossa exploração.
Como foi o Circuito Superior?
Decidimos começar nossa visita pelo Sendero Verde, uma trilha de 600 metros que leva até a Estação de Trem Cataratas. Esse pequeno percurso nos deu uma primeira impressão da diversidade natural do parque, repleto de árvores nativas e fauna local.
A chegada à Estação Cataratas foi estratégica, pois, além de permitir o acesso ao Caminho Superior e ao Caminho Inferior, nos deu a opção de pegar o trem para a Garganta do Diabo, a maior e mais impressionante das quedas.
Nossa primeira escolha foi explorar o Caminho Superior. Essa trilha de 1.750 metros de extensão proporciona uma visão panorâmica das quedas d’água, oferecendo uma experiência única de observar as cataratas de cima, onde o rio parece se dividir em várias corredeiras antes de despencar com uma força impressionante.
Embora o percurso estivesse cheio devido a excursões, conseguimos encontrar nosso ritmo e desfrutar de momentos tranquilos nos mirantes, onde a magnitude das quedas se revela em toda sua glória. Algumas quedas estavam com menor volume de água devido à época do ano, mas ainda assim a vista era de tirar o fôlego.
Como foi o Circuito Inferior?
Depois de completar o Caminho Superior, partimos para o Caminho Inferior. Diferente da trilha anterior, o Caminho Inferior não é acessível, pois inclui escadas e terrenos mais acidentados. No entanto, é justamente essa característica que torna o percurso ainda mais emocionante.
A trilha, que tem cerca de 2.500 metros, oferece uma perspectiva mais próxima e íntima das cataratas. Um dos pontos altos desse trajeto foi a primeira descida, onde fomos surpreendidos por uma vista espetacular da Garganta do Diabo.
Cada mirante ao longo do Caminho Inferior nos presenteava com vistas únicas das quedas, algumas com arco-íris formados pela névoa da água.
No entanto, o Caminho Inferior também nos trouxe uma surpresa menos agradável: um dos mirantes mais próximos das quedas, que nos lembrávamos de visitas anteriores, estava fechado para manutenção. Seguimos então até os últimos mirantes acessíveis, onde o Salto Dos Hermanas se destacou com sua beleza intacta, ainda que algumas outras quedas estivessem secas.
Como foi chegar à Garganta del Diablo em 2023?
Após explorar essas trilhas, voltamos à Estação Cataratas para pegar o trem até a Garganta do Diabo, a joia da coroa do Parque Nacional Iguazú. Fizemos uma pausa rápida para um lanche, com três empanadas e uma Coca-Cola, que nos custaram 1.500 pesos, antes de embarcar no trem. O trajeto de 3 km foi tranquilo e nos deu tempo para apreciar a vegetação densa ao redor, uma verdadeira imersão na natureza.
Ao descer do trem, enfrentamos a última trilha do dia, uma caminhada de 1.100 metros sobre passarelas que se estendem sobre o rio Iguaçu, levando-nos até o mirante da Garganta do Diabo.
Esse momento foi o ápice do nosso dia. A Garganta do Diabo, com seus 80 metros de altura e um volume de água impressionante, é uma das quedas mais poderosas do mundo.
O mirante proporciona uma vista espetacular, com a água caindo em grande quantidade e criando uma nuvem de névoa que sobe do abismo. A força e o som das águas são avassaladores, deixando-nos hipnotizados. É impossível não se molhar com as gotículas que voam em todas as direções, mas isso só aumenta a sensação de estar conectado com a natureza em seu estado mais puro e selvagem.
A estrutura do mirante oferece três pontos de observação diferentes. Cada um proporciona uma perspectiva única: à esquerda, temos uma vista ampla do rio e das várias quedas menores que se juntam antes de formar a Garganta; no centro, podemos apreciar a grandiosidade da Garganta do Diabo e, à direita, a vista mais procurada, onde é possível contemplar a garganta em toda a sua magnitude. Ficamos ali por um bom tempo, absorvendo cada detalhe, tirando fotos e simplesmente admirando a obra-prima natural diante de nós.
Depois disso, começamos nosso retorno pelo mesmo caminho, pegando o trem de volta à Estação Central. O trajeto de volta foi um momento de reflexão, relembrando tudo o que vimos e vivemos naquele dia.
Como foi a volta para Foz do Iguaçu?
Ao sair do parque, pegamos o ônibus de volta para o terminal rodoviário de Puerto Iguazú. Ainda tivemos tempo de descer a Rua Misiones até a feirinha na Avenida Brasil, onde compramos alfajores como lembrança dessa viagem incrível. A volta para Foz do Iguaçu foi um pouco mais lenta devido às paradas nas aduanas, mas chegamos ao hotel por volta das 20h, exaustos, porém realizados.
Explorar as Cataratas del Iguazú pelo lado argentino foi uma experiência incomparável. A grandiosidade e a beleza das quedas d’água, somadas à riqueza da fauna e flora do Parque Nacional Iguazú, fazem deste um destino que deve estar na lista de qualquer amante da natureza. Após um dia tão intenso e gratificante, só nos resta descansar e recuperar as energias, pois o amanhã nos reserva mais aventuras.
Qual é a diferença entre as Cataratas Argentinas e Brasileiras?
As Cataratas do Iguaçu oferecem experiências distintas nos lados brasileiro e argentino, apesar de compartilharem a mesma formação de quedas. O lado brasileiro dá a vista panorâmica de quase todas as quedas, numa trilha de cerca de 1,5 km. O lado argentino tem mais circuitos e passarelas, que levam para perto das quedas.
No lado brasileiro, a principal característica é a visão panorâmica.
As trilhas e passarelas proporcionam um ângulo amplo, permitindo que os visitantes vejam quase todas as quedas ao mesmo tempo. É possível caminhar ao lado das quedas e observar a magnitude do conjunto em uma distância menor de 1,5 km.
O lado brasileiro também é conhecido pela infraestrutura superior, com ônibus de transporte interno, restaurantes, elevadores e trilhas mais acessíveis para todas as idades.
Já no lado argentino, a experiência é mais imersiva e próxima.
As trilhas são mais extensas, totalizando cerca de 7 km de passarelas que permitem ao visitante caminhar diretamente sobre as quedas.
No Parque Nacional Iguazú, os turistas podem chegar bem próximos de pontos como a Garganta do Diabo, usando passarelas que atravessam o rio.
Além disso, o lado argentino possui um trem ecológico que facilita o acesso às áreas mais distantes.
Em suma, a diferença entre os lados reflete uma escolha entre uma vista mais ampla e impactante no Brasil, ou uma imersão nas quedas no lado argentino.
Que dicas valem para quem visita o Parque Nacional Iguazú?
Indicamos que chegue cedo ao Parque Nacional Iguazú para aproveitar os passeios que se interessou. Se você tiver a oportunidade de ficar por mais de um dia próximo ao Parque Iguazú, aproveite o desconto de 50% na entrada para voltar ao Parque Iguazú no dia seguinte.
Para quem prefere se manter seco, não deixe de levar ou comprar no parque uma capa de chuva. Também indicamos que se proteja contra a radiação solar e contra mosquitos, principalmente no período do verão, quando chove mais.
A entrada e o estacionamento são pagos somente em pesos argentinos, em dinheiro. As opções próximas de câmbio são a aduana em Foz do Iguaçu, no Estado do Paraná. Cartões de crédito e débito são aceitos somente no interior do Parque Nacional Iguazú. Indicamos que consulte o portal do parque para planejar seus gastos de visita.
A maioria dos guias do Parque Iguazú falam somente espanhol. Há um resort e spa no Parque Iguazú com vista para as cataratas.
Um restaurante dentro do parque tem capacidade para 350 pessoas, tem self-service e um dos principais pratos típicos da culinária argentina, a parrilla. Às vezes recebemos descontos para esse restaurante na entrada do parque. É possível reservar esse espaço para eventos privados.
Cuidado ao se alimentar com os quatis, pois eles pegam qualquer comida que aparecer por perto.
Ciudad del Este, no Paraguai, fica distante 25 km das Cataratas do Iguaçu e a cidade de Posadas, capital da província de Misiones, a 300 km. Com um pouco mais de tempo, dá pra chegar nesses lugares.
Que outros atrativos de Foz do Iguaçu vale conhecer?
Foz do Iguaçu tem atrativos para vários dias: o Marco das Três Fronteiras, as Cataratas dos dois lados, a Mesquita, o Templo Budista, a roda-gigante Yup Star, o Kattamaram II, o Dreams Park Show, a Usina de Itaipu e passeios no Paraguai e na Argentina. Os resumos abaixo apontam para os guias completos de cada um.
Vale a pena visitar o Marco das Três Fronteiras?
O Marco das Três Fronteiras é um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Foz do Iguaçu. Ele está localizado na confluência dos rios Iguaçu e Paraná e simboliza o encontro entre Brasil, Argentina e Paraguai.
O local é caracterizado por três obeliscos, cada um representando um dos países, com as cores das respectivas bandeiras.
Além da importância geográfica e histórica, o Marco oferece uma vista panorâmica única da união dos três territórios, reforçada por uma atmosfera de convivência cultural e respeito entre as nações.
Quer ver tudo em vídeo? Assista ao episódio sobre o Marco das Três Fronteiras no canal.
→ Confira detalhes neste vídeo:
Como são as Cataratas Brasileiras?
As Cataratas Brasileiras, localizadas no Parque Nacional do Iguaçu, são uma das principais atrações de Foz do Iguaçu.
Com 275 quedas d’água, o passeio oferece trilhas e passarelas que permitem aos visitantes chegarem bem próximos das cataratas.
O ponto mais famoso é a Garganta do Diabo, onde a força da água impressiona.
Também há no parque opções de passeios de barco e helicóptero para uma visão mais completa da paisagem.
Vale assistir também ao episódio sobre as Cataratas do lado brasileiro.
→ Assista a este vídeo para ter mais detalhes sobre o lado brasileiro das Cataratas do Iguaçu:
O que ver no Parque das Aves?
Localizado próximo às Cataratas, o Parque das Aves é um santuário de conservação. O visitante pode caminhar por viveiros gigantes onde estão expostas mais de 1.300 aves de 150 espécies diferentes.
Além das aves nativas da região, o parque tem espécies exóticas de várias partes do mundo. Basicamente, o contato próximo com animais como araras, tucanos e flamingos faz desse passeio uma experiência única.
Tem mais detalhes no episódio sobre o Parque das Aves.
→ Dê o play neste vídeo e surpreenda-se com o Parque das Aves:
Dá para visitar a Mesquita Omar Ibn Al-Khattab?
A Mesquita Omar Ibn Al Katthab é um símbolo da presença da comunidade muçulmana em Foz do Iguaçu.
Com arquitetura imponente e detalhes islâmicos marcantes, a mesquita está aberta à visitação, permitindo aos turistas conhecer mais sobre a religião e a cultura árabe.
Há visitas guiadas que explicam o significado dos elementos arquitetônicos e da fé islâmica.
Confira ainda o episódio sobre a Mesquita.
→ No vídeo a seguir, confira mais detalhes:
O que há no Templo Budista Chen Tien?
Quem busca um ambiente de paz e contemplação também tem a opção de visitar o Templo Budista Chen Tien.
Situado em uma área elevada, o templo possui jardins bem cuidados e estátuas de Buda que impressionam pela grandiosidade.
O local é aberto ao público e oferece uma oportunidade para meditação e reflexão. Ele, além da espiritualidade, proporciona vista panorâmica da cidade e do Rio Paraná.
Quer ver tudo em vídeo? Assista ao episódio sobre o Templo Budista Chen Tien no canal.
→ Confira mais detalhes no vídeo a seguir:
Como é a roda-gigante Yup Star?
A Yup Star é uma roda-gigante de 88 metros de altura, localizada próxima ao Marco das Três Fronteiras.
Com cabines fechadas e climatizadas, ela oferece uma vista panorâmica da cidade e dos rios Iguaçu e Paraná.
O passeio dura aproximadamente 20 minutos, e a altura da roda permite uma visão privilegiada das fronteiras entre Brasil, Argentina e Paraguai, principalmente ao pôr do sol.
Vale assistir também ao episódio sobre a Yup Star.
→ Saiba mais:
Como é o passeio de barco no Kattamaram II?
O Kattamaram II é uma embarcação que realiza passeios pelos rios Iguaçu e Paraná, oferecendo uma vista panorâmica do encontro dos rios e das fronteiras dos três países.
O barco possui uma estrutura completa, com restaurante e bar. E o passeio nele é especialmente popular ao entardecer, quando o pôr do sol torna o cenário espetacular.
Tem mais detalhes no episódio sobre o Kattamaram II.
→ Assista a este registro do nosso passeio no Kattamaram II:
O que são os Saltos Monday?
Localizados no Paraguai, a cerca de 30 km de Foz do Iguaçu, os Saltos Monday são uma alternativa menos conhecida, mas igualmente impressionante.
As quedas d’água estão situadas no Parque Municipal Monday, em Presidente Franco.
Com três grandes cachoeiras, o local oferece trilhas e mirantes para observar a paisagem e é uma opção para quem deseja explorar além das cataratas tradicionais.
Se quiser mais informações, confira o guia completo do city tour em Ciudad del Este e Saltos Monday e o episódio sobre o Paraguai.
O que fazer em Ciudad del Este?
Ciudad del Este, no Paraguai, é famosa pelo comércio.
A cidade atrai turistas interessados em compras, principalmente de eletrônicos, perfumes e roupas a preços mais acessíveis. Ela está localizada a poucos minutos de Foz do Iguaçu. É possível cruzar a fronteira de carro ou a pé pela Ponte da Amizade.
Quer ir além? Leia o guia completo do city tour em Ciudad del Este e Saltos Monday e assista ao episódio sobre o Paraguai no canal.
→ Dá uma olhada neste vídeo:
O que fazer em Puerto Iguazú?
Puerto Iguazu, na Argentina, é outra cidade de fronteira que oferece diversas opções para os turistas.
Além das Cataratas Argentinas, a cidade é conhecida por sua gastronomia e vinícolas.
Os visitantes podem aproveitar para experimentar pratos típicos argentinos, como a parrillada, e comprar vinhos e azeites de oliva de alta qualidade.
O que tem no Dreams Park Show?
O Dreams Park Show é um complexo de entretenimento em Foz do Iguaçu que inclui diversas atrações, como o Museu de Cera, Vale dos Dinossauros, Maravilhas do Mundo e o Bar de Gelo.
É um passeio ideal para famílias e para quem procura diversão além dos passeios tradicionais. Isso porque o complexo oferece atividades variadas, desde interações com esculturas de cera até a experiência de entrar em um bar completamente feito de gelo.
Para se aprofundar, vale ler o guia completo do Dreams Park Show e ver o episódio sobre o Dreams Park Show.
→ Confira, neste vídeo, como é o Dreams Park Show:
Vale visitar a Itaipu Binacional?
A Itaipu Binacional é a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia.
As visitas à usina são divididas em diferentes modalidades, incluindo passeios técnicos e panorâmicos. Nelas, os visitantes conhecem a grandiosidade da estrutura, além de aprenderem sobre a história e o funcionamento da hidrelétrica.
É um passeio que combina tecnologia e natureza, já que a área ao redor da usina é cercada por reservas ambientais.
Os detalhes completos estão no guia com os 7 passeios da Usina de Itaipu e no episódio sobre a Itaipu Binacional.
→ Dê o play neste vídeo e tenha um vislumbre de como é o passeio pela Itaipu Binacional:
Quais outros guias e episódios sobre Foz do Iguaçu o Vamos Trilhar tem?
Foz do Iguaçu rende uma viagem inteira, e a gente já contou quase tudo por aqui. Veja os guias completos, as notícias, os episódios e os vídeos do canal, separados por tema, para montar o seu roteiro do jeito que fizer mais sentido.
Roteiros e visão geral
Cataratas e parques
Usina de Itaipu
- Usina de Itaipu: os 7 passeios que dá pra fazer
- Itaipu Panorâmico: guia completo
- Itaipu Especial: guia completo
- Itaipu Iluminada: guia completo
- Refúgio Biológico de Itaipu: guia completo
Atrações e passeios em Foz
- Marco das Três Fronteiras: guia completo
- Yup Star, a roda-gigante de Foz: guia completo
- Passeio de barco Kattamaram II: guia completo
- Dreams Park Show: guia completo
- Mesquita Omar Ibn Al-Khattab: guia completo
- Templo Budista de Foz do Iguaçu: guia completo
Paraguai
Notícias sobre as Cataratas
- Amanhecer nas Cataratas do Iguaçu ganha quarta data: como funciona o passeio
- Cataratas do Iguaçu batem recorde em 2026: como fugir das filas
Episódios no canal
- Cataratas do Iguaçu, lado brasileiro
- Cataratas Argentinas e Parque Nacional Iguazú
- Saltos Monday e city tour em Ciudad del Este
- Parque das Aves
- Itaipu Binacional (Panorâmico, Refúgio e Iluminada)
- Marco das Três Fronteiras
- Yup Star, a roda-gigante
- Kattamaram II com jantar ao pôr do sol
- Dreams Park Show
- Mesquita Omar Ibn Al-Khattab
- Templo Budista Chen Tien
- Resumo da viagem de 7 dias em Foz
- Viagem completa de 7 dias em Foz


























































