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Trilha da Cachoeira das Almas com um bebê de 9 meses? A gente foi — e deu certo!
Sair de casa com um bebê de 9 meses pra fazer trilha parece missão impossível? A gente garante que não é — e hoje vamos te contar como foi viver essa aventura com o nosso pequeno Nicolas em um dos nossos lugares preferidos no Rio: a Cachoeira das Almas, na Floresta da Tijuca.
Partimos aqui de casa em direção ao Alto da Boa Vista. Chegamos até a Praça Afonso Viseu e seguimos de carro até dentro do Parque Nacional da Tijuca, passando pela Cachoeirinha Taunay até estacionar no Recanto dos Pintores, que fica em frente ao Centro de Visitantes.
Para chegar de transporte público tem que pegar um ônibus até a praça e de lá subir toda estrada do parque a pé.
Esse ponto é um ótimo lugar pra iniciar a caminhada, com um clima já bem imerso na mata atlântica.
A estrada por onde seguimos até a trilha é rodeada por árvores lindas, formando um corredor verde que já vai deixando tudo com cara de aventura.
A gente caminhou pela estrada principal mesmo, sem entrar nas trilhas secundárias. Ao chegar na Sede do Parque, viramos à direita em direção ao Caminho do Tai Chi e andamos até chegar à entrada da Trilha da Cachoeira das Almas. Ali você vai ver um portal de madeira sinalizado — é o início oficial do caminho.
A trilha em si é bem curtinha, cerca de 1 km de ida, e é considerada leve. Mesmo assim, com um bebê, é sempre bom ir com calma.
No comecinho da trilha tem um pocinho onde muita gente costuma parar, mas na ida a gente seguiu direto, focados na missão: apresentar a Cachoeira das Almas pro Nicolas.
E olha… que presente! A queda tem cerca de 4 metros, formando um poço raso e delicioso. A energia do lugar é surreal — tem algo de sagrado ali, e não é à toa que muitos consideram a cachoeira um ponto espiritual.
Encontramos um cantinho tranquilo onde o Nicolas pôde colocar os pezinhos na água, engatinhar um pouquinho na areia e sentir o frescor da natureza pela primeira vez desse jeito. Foi lindo.
Ficamos um tempo por lá, demos comidinha pra ele, curtimos aquele momento em família, em paz.
Na volta, aí sim paramos naquele primeiro poço da trilha, só pra fechar com chave d’água geladinha.
Depois seguimos pela estrada de volta, mas decidimos pegar a Trilha da Jabuticabeira, que beira a estrada Dona Castorina, e nos leva até a famosa Árvore do Aion — uma gigante impressionante que sempre rende uma parada reflexiva (e umas boas fotos também).
Voltamos pro carro com o coração leve e grato. Mostrar esse pedacinho de mundo pro Nicolas foi especial demais.
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