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O Fervedouro do Rio Sono fica na zona rural de Mateiros (TO), a cerca de 23 km do centro da cidade, dentro da Fazenda Rio Sono. É o único fervedouro de formato quadrangular do Jalapão, tem múltiplas nascentes e água perceptivelmente mais fria que a dos vizinhos. Neste guia você encontra como chegar, quanto custa, o que esperar e um relato de quem visitou em 2016 e voltou em 2024.
Era o quarto atrativo do dia. Tínhamos acabado de almoçar no restaurante da fazenda, o calor do cerrado ainda pesava no ar, e cada um de nós já estava numa rede do redário — balançando, esperando a nossa vez de entrar na água. Foi assim que o Fervedouro do Rio Sono nos recebeu, exatamente como ele sempre faz: sem pressa, sem barulho, com jeito de quem sabe que o lugar fala por si só.
Não era minha primeira vez. Já tinha estado no Rio Sono em 2016, no mesmo dia em que conheci o Fervedouro do Ceiça e a Cachoeira do Formiga. Saí de lá com uma impressão clara: não é o mais bonito dos fervedouros, não vai tirar o fôlego de primeira. Mas tem um charme silencioso que fica. E quando voltei em 2024 — dessa vez com Samara, Nicolas, Heitor e Sophia — confirmei tudo isso. E acrescentei um detalhe: agora tínhamos o drone, e a imagem aérea do poço quadrangular no meio do cerrado é de outra dimensão.
Sobre o Jalapão
O Jalapão fica no extremo leste do Tocantins, espremido entre os estados do Piauí, Bahia e Maranhão. É uma das regiões mais remotas e preservadas do Cerrado brasileiro — e, paradoxalmente, uma das mais aquáticas. O apelido “deserto das águas” não é exagero: são rios cristalinos, cachoeiras, dunas de areia dourada e, claro, os famosos fervedouros espalhados pela região.
O Parque Estadual do Jalapão foi criado em 2001 e protege uma área de mais de 150 mil hectares. As principais cidades base para o turista são Mateiros, São Félix do Tocantins e Ponte Alta do Tocantins. O acesso à maioria dos atrativos é por estrada de terra — e a regra é carro 4×4 ou tração alta, sem exceção.
O que são os Fervedouros?
Fervedouro não é cachoeira, não é termal e não tem nada de água quente — apesar do nome sugerir o contrário. São nascentes de rios subterrâneos, alimentadas pelo Aquífero Urucuia, uma das maiores reservas de água do subsolo do Brasil. Essa água brota com tanta pressão do lençol freático que forma uma coluna de força ascendente no poço — e é exatamente essa pressão que impede qualquer pessoa de afundar.
Você pode estar sobre um fervedouro de 50 metros de profundidade. Não vai afundar. O corpo flutua naturalmente, sustentado pela força da nascente. Uma piscina natural onde a física faz o trabalho.
No Jalapão existem mais de 100 fervedouros catalogados. Menos de 20 estão abertos ao público, cada um com características próprias — tamanho, cor da água, temperatura, intensidade da pressão. Conhecemos 9 deles na viagem de 2024, e o Rio Sono foi um dos mais marcantes — não pelo impacto visual imediato, mas pelo que reservou dentro d’água. Se quiser conhecer o panorama completo, temos um guia com todos os fervedouros do Jalapão.
O Fervedouro do Rio Sono: o poço quadrangular
O Fervedouro do Rio Sono tem uma característica que o diferencia de todos os outros da região: o formato do poço é quadrangular. Enquanto os demais, como o Fervedouro Macaúbas, o Fervedouro Buritis e o Fervedouro Bela Vista, são circulares ou ovais, o Rio Sono tem um visual mais geométrico que estranha no primeiro momento e conquista no segundo.
Dentro desse poço quadrangular existem múltiplas nascentes, o que significa que dá para explorar pontos diferentes dentro da mesma água, cada um com uma pressão levemente distinta. Você experimenta, se movimenta, descobre qual ponto te sustenta mais. Na beira do poço, um buriti solitário se posiciona de um jeito que parece proposital e aparece em quase toda foto tirada lá. Do drone, o contraste entre o retângulo azul de água e o cerrado seco ao redor é surreal.
O almoço no restaurante da fazenda
A gente chegou na propriedade com fome e com a tarde ainda pela frente. O restaurante da fazenda serve comida caseira típica do cerrado, à vontade, no estilo regional. É simples, sem glamour, mas o sabor é autêntico. Depois de dias rodando por estradas de terra, sentar numa mesa de madeira com um prato de comida de verdade tem um valor diferente.
O picolé de buriti que dividiu o grupo
No final do almoço, o garçom passou oferecendo picolé de buriti. Eu aceitei na hora: sabor adocicado, levemente terroso, muito característico do cerrado. Samara, Heitor e Sophia não foram tão fáceis de convencer. A polêmica ficou pra contar na volta, e virou o tipo de memória que só a estrada cria.
Esperando no redário
Com o estômago cheio e a espera pela nossa vez, fomos para o redário, cerca de cinco redes penduradas à sombra, perto da entrada do fervedouro. Balança um pouco, ouve o cerrado, e quando o guia chama você já está bem predisposto. É parte da experiência.
Dentro do fervedouro
A trilha até a água tem uns 100 metros, cercada de vegetação baixa do cerrado, caminhada plana, sem desafio físico nenhum, leva cerca de 2 minutos. Chegamos e encontramos apenas uma pessoa no local, o que nos permitiu quase uma hora de tranquilidade total. Isso é raro nos fervedouros mais famosos do Jalapão.
A água é cristalina e fria. A pressão da nascente empurra o corpo para cima com força: você não afunda mesmo que force. E como há múltiplas nascentes espalhadas pelo poço quadrangular, dá para ficar se movimentando e sentindo a diferença de intensidade entre um ponto e outro. Não tem muito mais o que fazer, e esse é exatamente o ponto.
As imagens de drone
Do ar, o Rio Sono revela seu melhor ângulo. O formato quadrangular do poço, que na beira da água até passa despercebido, fica absolutamente evidente quando você sobe a câmera. O retângulo azul no meio do cerrado seco é uma das imagens mais únicas que trouxemos de toda a viagem.
Como o Rio Sono se diferencia dos outros Fervedouros?
Quem vai ao Jalapão costuma visitar vários fervedouros no mesmo roteiro, e a pergunta inevitável é: qual a diferença entre eles? O Rio Sono tem três características que o separam claramente do restante.
O formato. É o único poço quadrangular entre os fervedouros visitáveis do Jalapão. Todos os outros, como o Fervedouro Encontro das Águas e o Fervedouro Buritizinho, são circulares ou ovais. Isso muda bastante a experiência visual, tanto na beira quanto (especialmente) do drone.
A temperatura. A água do Rio Sono é perceptivelmente mais fria que nos demais fervedouros da região. Quem veio direto do Macaúbas ou do Ceiça sente a diferença na hora: a sensação é de uns 3 a 4°C mais fria, o suficiente para provocar aquela travada coletiva antes de mergulhar logo de manhã.
A tranquilidade. Por não ter o mesmo apelo visual imediato dos fervedouros mais famosos, o Rio Sono recebe menos visitantes simultâneos. Nas nossas duas visitas, em 2016 e 2025, a experiência foi mais silenciosa e menos disputada do que nos outros fervedouros do circuito.
Restaurante da Fazenda Rio Sono
O restaurante da Fazenda Rio Sono funciona no local e serve refeições à vontade com pratos típicos do cerrado. É uma boa pedida para o almoço antes ou depois do banho no fervedouro. Confirme o horário de funcionamento com seu guia, pois pode variar conforme a temporada.
Como chegar ao Fervedouro do Rio Sono
O Fervedouro do Rio Sono fica na zona rural de Mateiros (TO), dentro da propriedade privada da Fazenda Rio Sono, a aproximadamente 23 km do centro de Mateiros no sentido São Félix do Tocantins.
O acesso começa pela TO-110, a principal estrada de ligação entre Mateiros e São Félix. No trecho chamado de Areião, você vira em uma estrada de terra específica que leva até a propriedade. Todo o percurso é em terra: sem um metro de asfalto nessa parte do Jalapão.
O estacionamento fica dentro da fazenda, e a caminhada do carro até o fervedouro é de apenas ~100 metros por vegetação baixa do cerrado. Não tem trilha longa, não tem subida, não tem desafio físico nenhum até a beira do poço.
Importante: carro 4×4 ou veículo com tração alta é obrigatório. No período chuvoso (outubro a abril), a estrada pode ficar intransitável.
Preciso de guia para visitar o Fervedouro do Rio Sono?
Tecnicamente, o Jalapão não exige guia obrigatório para todos os atrativos. Na prática, a resposta é: sim, vá com guia. As estradas de terra não têm sinalização confiável, muitos fervedouros ficam em propriedades privadas com acessos que você não encontra no Google Maps, e o risco de se perder ou ficar atolado no cerrado sem apoio é real.
Toda a nossa viagem de sete dias pelo Jalapão foi feita com guia, e a diferença é enorme: logística, segurança e o conhecimento sobre a região que transforma a visita. Se você quiser ir sem guia, leve GPS offline, combustível extra e muita paciência para improvisos.
Quanto custa o Fervedouro do Rio Sono?
O ingresso custa entre R$ 15 e R$ 20 por pessoa (valores verificados em junho de 2025; confirme na sua visita, pois os preços são definidos pelos proprietários e podem variar).
Leve dinheiro em espécie: a maioria das propriedades do Jalapão não aceita cartão de crédito ou débito. A comida do restaurante é cobrada à parte.
Quem pode fazer a trilha do Rio Sono?
Qualquer pessoa. Literalmente. O acesso ao Fervedouro do Rio Sono não exige condicionamento físico nenhum: são 100 metros de caminhada plana por vegetação baixa, sem obstáculos. Crianças pequenas, idosos, pessoas com mobilidade reduzida: todos conseguem chegar até a beira do poço.
A única ressalva é a água fria. Para crianças pequenas e pessoas sensíveis ao frio, vale avisar antes de entrar: a temperatura é perceptivelmente mais baixa que nos outros fervedouros da região. Não é nada extremo, mas visitar no período mais quente do dia ajuda a equilibrar a sensação. Se está planejando ir com criança pequena, vale ler também nosso guia de como foi viajar ao Jalapão com o Nicolas.
Qual a melhor época para visitar o Fervedouro do Rio Sono?
A melhor época para visitar o Fervedouro do Rio Sono, e o Jalapão como um todo, é entre maio e setembro, o período de seca. Nessa época:
- As estradas de terra estão mais acessíveis e menos lamacentas
- A água dos fervedouros está mais cristalina, sem sedimentos carregados pela chuva
- O céu fica limpo, ótimo para imagens com drone
- O calor equilibra bem a temperatura mais fria da água
De outubro a abril (período chuvoso), o Jalapão fica mais verde sob outro ponto de vista, mas as estradas ficam arriscadas, alguns fervedouros ficam com a água mais turva, e a logística toda complica.
Regras de Visitação dos Fervedouros
Os fervedouros do Jalapão são ecossistemas sensíveis. As regras não existem para atrapalhar, existem porque, sem elas, essas nascentes não vão durar para as próximas gerações.
- Proibido protetor solar e repelente antes de entrar na água: qualquer produto químico contamina a nascente
- Não pisar na vegetação da borda do poço: ela mantém a estrutura do fervedouro
- Respeitar a capacidade e o tempo de permanência estabelecidos pelos responsáveis
- Não jogar nada na água: nem alimentos, nem lixo, nem nada
- Obedecer as orientações do guia e dos responsáveis locais
Vale a pena incluir o Rio Sono no roteiro?
Vale, mas com expectativas calibradas. O Rio Sono não é o fervedouro mais impressionante do Jalapão visualmente: Ceiça, Macaúbas e Buritis costumam causar mais impacto de primeira. Se você só tem tempo para um ou dois fervedouros, esses provavelmente vão te entregar mais em termos de “uau”.
Agora, se você está fazendo o circuito completo (e vai mesmo), o Rio Sono merece estar no roteiro. A experiência completa da fazenda (almoço, redário, fervedouro), a tranquilidade fora do comum e o formato único que só aparece bem do drone fazem dele uma parada com personalidade própria. Não é o pico da viagem, mas é um capítulo que você vai querer ter vivido.
Nas nossas duas visitas, em 2016 e 2025, saímos de lá com a mesma sensação: não tem o glamour dos vizinhos famosos, mas tem uma quietude que os outros não têm.
Dicas para visitar o Fervedouro do Rio Sono
- Leve dinheiro em espécie: a maioria das propriedades não aceita cartão
- Visite pela manhã ou no começo da tarde: menos filas e luz melhor para fotos
- Se for sensível ao frio, vá mais ao meio-dia: a água fria do Rio Sono pode travar quem já está com frio de manhã
- Combine no roteiro com outros fervedouros próximos: Ceiça, Macaúbas e Encontro das Águas ficam na mesma área e encaixam bem no mesmo dia
- Leve roupa para trocar: você vai sair da água e ainda tem muito Jalapão pela frente
- O drone vale muito aqui: o formato quadrangular visto de cima é uma das imagens mais únicas da região inteira
- Confirme preços e horários com seu guia antes: os proprietários podem ajustar valores. O horário de funcionamento geral é das 8h às 18h, mas sempre verifique no local
Perguntas frequentes sobre o Fervedouro do Rio Sono
O Fervedouro do Rio Sono é o mais frio do Jalapão?
É um dos mais frios, sim. A temperatura da água é perceptivelmente mais baixa que nos demais fervedouros da região: isso acontece porque a nascente vem de maior profundidade e a água passa menos tempo exposta ao sol antes de emergir. Para quem é sensível ao frio, planeje a visita para o período mais quente do dia.
O Rio Sono vale a pena comparado a outros fervedouros?
Vale, mas com expectativas calibradas. O Ceiça, o Macaúbas e o Buritis costumam causar mais impacto visual de primeira. O diferencial do Rio Sono é a tranquilidade, o formato quadrangular único e a experiência completa da fazenda: almoço, redário e fervedouro num mesmo espaço. Quem faz o circuito completo não vai se arrepender de ter incluído.
É possível visitar o Fervedouro do Rio Sono à noite?
Há relatos de que visitas noturnas são possíveis em determinadas condições, mas isso depende exclusivamente da disponibilidade dos proprietários e do guia, não é algo garantido. Se essa é uma prioridade, confirme com antecedência. A experiência noturna nos fervedouros tem uma atmosfera completamente diferente.
Pode levar crianças ao Fervedouro do Rio Sono?
Com certeza. O acesso é plano e curtíssimo (cerca de 100 metros), e a flutuação natural do fervedouro é segura: a água empurra o corpo para cima, então não há risco de afundar. Só considere a temperatura mais fria da água para crianças pequenas e escolha o melhor horário do dia para a visita.
Preciso reservar com antecedência para visitar o Rio Sono?
Se você for com agência ou guia local, eles cuidam disso. Para quem vai de forma independente, é recomendável ligar antes, o fluxo de visitantes é controlado e pode haver espera nos períodos de alta temporada (junho a agosto). Nas nossas visitas, chegamos sem reserva e entramos sem dificuldade, mas a sorte pode variar.
Quanto tempo dura a visita ao Fervedouro do Rio Sono?
Entre o trajeto até a água, o banho e o tempo no redário esperando a vez, reserve cerca de 1h30 a 2h para a parada completa, incluindo o almoço no restaurante da fazenda.
Outros atrativos do Jalapão para incluir no roteiro
O Jalapão tem muito mais além do Fervedouro do Rio Sono. Se você está planejando a viagem, aproveite para conhecer outros atrativos imperdíveis da região:
Atrativos naturais:
A Pedra Furada é a formação rochosa mais icônica do Jalapão, com visual de tirar o fôlego e um dos melhores pontos para ver o pôr do sol da região.
A Lagoa do Japonês, em Pindorama, tem águas verde-esmeralda, gruta submersa e tirolesa, uma parada que costuma surpreender quem já está achando que viu tudo no Jalapão.
O Cânion Sussuapara é um cânion de arenito vermelho com vista panorâmica do cerrado, e fica no mesmo eixo de visitação da Pedra Furada e das Cachoeiras Escorrega Macaco e Roncadeira.
A Cachoeira da Velha é uma das maiores quedas do cerrado, no Rio Tocantins, conhecida por muitos como a “mini Foz do Iguaçu” do Jalapão.
A Prainha do Rio Novo é uma praia fluvial de água cristalina com areia branca, ótima opção para relaxar fora do circuito dos fervedouros.
A Praia do Caju fica às margens do Rio Novo, com água potável e redário, outra boa pedida para um dia mais tranquilo.
As Dunas do Jalapão são dunas de areia alaranjada no meio do cerrado, com a Lagoa dos Jacarés por perto, e formam um dos cenários mais reconhecíveis da região. Esses e outros atrativos imperdíveis do Jalapão e região você encontra reunidos no nosso roteiro completo.
Outros fervedouros:
O Fervedouro do Ceiça foi o primeiro fervedouro aberto ao turismo na região e tem um charme histórico especial: é cercado de bananeiras que tingem a água de tons esverdeados.
O Fervedouro Macaúbas tem água de azul intenso e nascente fortíssima, cercado por palmeiras de macaúba.
O Fervedouro Buritizinho é o menor de todos, mas com água incrivelmente transparente: comporta no máximo seis pessoas por vez.
O Fervedouro Encontro das Águas reúne duas nascentes que se encontram, com pressão altíssima e tons de água que se misturam num verde-esmeralda hipnotizante.
O Fervedouro Buritis é cercado de buritis e tem formato de coração visto do drone, um dos mais fotogênicos do Jalapão.
A Cachoeira do Formiga tem uma piscina natural de água turquesa que permite banho, e é uma das paradas favoritas dos roteiros pela região.
O Fervedouro Beija-flor é menos famoso e pouco frequentado: um dos favoritos de quem fez o circuito completo, justamente pela exclusividade.
O Fervedouro Bela Vista é o maior em diâmetro, com cerca de 15 metros e profundidade de até 80 metros, além de torre de observação e ótima infraestrutura.
O Fervedouro Por Enquanto é grande, turquesa e bem menos movimentado, também oferece hospedagem na pousada local.
Cachoeiras e serras:
A Cachoeira da Arara fica de frente para a Serra do Espírito Santo, cercada por paredes rochosas e vegetação densa.
A Serra da Catedral é um mirante natural com vista de 360° do cerrado: a subida exige disposição, mas a vista do topo recompensa.
As Cachoeiras da Roncadeira e Escorrega Macaco ficam próximas e costumam ser visitadas no mesmo dia: a Roncadeira tem 70 metros e permite rapel, enquanto o Escorrega Macaco é uma rampa natural de pedra de 50 metros.
O Rio Sono não vai te tirar o fôlego de primeira como o Ceiça ou o Macaúbas. Mas tem um jeito de ficar. A água gelada que trava o grupo, o picolé de buriti que divide opiniões, a rede balançando enquanto você espera sua vez: são esses detalhes que fazem a viagem ser uma viagem, e não só uma sequência de atrativos.
Já foi ao Fervedouro do Rio Sono? Conta pra gente nos comentários como foi a sua experiência!




















