Itaúnas (ES): o que fazer em 6 dias

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Acordamos às 04h30 e começamos a viagem rumo a Vitória. Em menos de uma hora já estávamos no solo capixaba, pegamos o carro e seguimos para Linhares. No caminho, uma surpresa: a estátua do Buda Gigante — paramos, passeamos pelos jardins e pela capela, curtimos a lojinha de artesanato e as aulas de cerâmica da comunidade. Depois de mais estrada, chegamos à Cabana Serafim, na Lagoa Nova: Nicolas foi direto para os brinquedos, curtimos um almoço à beira da lagoa (marmitão com carne de sol) e pegamos um temporal que durou uns 20 minutos. À tarde seguimos para Itaúnas (cerca de 2h30), fizemos check-in, andamos pela Vila Mágica — vendo o tronco, a praça e a igreja de São Sebastião — e à noite curtimos o Forró da Padaria; o Nicolas ficou vidrado. Jantamos algo leve na frente do forró e dormimos cedo, exaustos.

No segundo dia o sol apareceu e fomos de buggy explorar praias do sul da Bahia. A estrada de terra do Parque Estadual de Itaúnas estava cheia de poças por causa da chuva, mas as paisagens compensam. Paramos na Praia Dois (Mucuí) — areia dourada, rio que desemboca no mar e muita brincadeira do Nicolas —, depois a Praia dos Coqueiros só para fotos nas falésias, e a Praia do Sossego onde passamos boa parte do tempo brincando no rio. Encerramos na Costa Dourada e almoçamos na Barraca do Cláudio; a chuva e o vento chegaram forte e voltamos mais cedo porque o buggy deu problema — um casal nos deu carona. À noite, pizza na Oficina 1 e descanso.

No terceiro dia o tempo virou: amanheceu nublado e com ruas de barro encharcadas. Fizemos a Trilha do Tamandaré (700 m até a Casa do Tamandaré + 400 m até a praia), uma trilha literária com placas que contam histórias da antiga vila — leve e bem sinalizada, mas leve repelente por causa dos mosquitos. Descemos para uma praia praticamente deserta, brincamos, depois caminhamos até a área com barracas da Praia de Itaúnas e tomamos banho de mar com o Nicolas. Almoçamos no Restaurante da Dona Thereza e, à tarde, saímos para canoagem no Rio Itaúnas; o tempo fechou rápido com trovões e optamos por voltar — decisão certa. Jantamos no Xique Xique: a moqueca de banana foi destaque.

No quarto dia conversamos com a dona da pousada sobre as condições da estrada do Riacho Doce (muitos buracos) e preferimos ficar pelas dunas e pela Praia de Itaúnas. Fomos à Barraca do Coco, alugamos cadeira e guarda-sol; Nicolas fez amizade com uma menina da pousada. Apesar do vento e da maré alta, conseguimos aproveitar. Antes de ir embora o sol abriu, voltamos para curtir mais, mas depois uma chuva forte caiu — pegamos o carro e fomos descansar. Repetimos a ida ao Xique Xique à noite, mas a comida demorou e a experiência foi menos boa.

No quinto dia partimos de Itaúnas e paramos na Praia de Guaxindiba (Conceição da Barra). Na estrada até Vitória fizemos uma pausa estratégica na mega loja da Cacau Show para umas comprinhas. Fica o check-in no hotel em frente à Praia de Camburi e à noite curtimos um show na orla — clima relax pra fechar a etapa capixaba.

No sexto dia curtimos Camburi: corrida na orla, passeio de triciclo com o Nicolas que amou buzinar, banho de mar em família e visita ao museu da Garoto (só o museu, que achamos meio sem graça; loja cara). Subimos a pé até o Convento da Penha, curtimos a vista e a igreja, almoçamos no Spoletto da Praça dos Namorados enquanto o Nicolas brincava no parquinho, fizemos check-out e fomos pro aeroporto encerrar a viagem.

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